Vilã em novela espírita, Alinne Moraes admite não ter religião | Portal Overtube

Vilã em novela espírita, Alinne Moraes admite não ter religião

Alinne Moraes interpreta a vilã Isabel em Espelho da Vida

Alinne Moraes interpreta a vilã Isabel em Espelho da Vida

Alinne Moraes desembarcou em seu novo desafio na TV: interpretar a vilã Isabel em Espelho da Vida, novela de Elizabeth Jhin com direção artística de Pedro Vasconcelos. No enredo, a personagem de Moraes tenta reconquistar Alain Dutra (João Vicente de Castro), um famoso diretor de cinema e TV, que, atualmente, tem um romance com a atriz de novela Cris (Vitória Strada). Em entrevista, Alinne dispara: “Ela não mede esforços para conseguir o que quer.”

Apesar da temática espírita, Alinne Moraes admitiu que não segue nenhuma religião, apenas “deseja o bem das pessoas”. “Acredito que bondade gera bondade”, afirmou em entrevista ao site Quem. Além disso, a atriz disse que já passou por déjà vus (sensação de estar de frente a uma situação já vivida), mas que não acredita em vidas passadas. “Acredito que teve um delay de memória ou no máximo uma sensação que me dá um alívio que está tudo bem.”

Ainda neste assunto, Alinne contou que já acreditou em reencarnação. “Já acreditei muito, mas não acredito, nem desacredito. Tenho muito mais coisa para pensar nesse momento do que ficar pensando se tem outra vida ou o que acontece depois que a gente morre. Essas perguntas eu me fazia quando era bem pequenininha, até mais ou menos sete anos e foi diminuindo. Tem gente que se pergunta depois dos 30, 40, e cada um tem um momento certo. Nesse momento da minha vida, tem coisas que exigem tanto de mim que não presto atenção nessas outras.”

O enredo espírita de Espelho da Vida

Isabel (Alinne Moraes), Alain (João Vicente de Castro) e Cris (Vitória Strada) em Espelho da Vida, novela da Globo
Isabel (Alinne Moraes), Alain (João Vicente de Castro) e Cris (Vitória Strada) em Espelho da Vida, novela da Globo

Assim como em outras novelas de Elizabeth Jhin, Espelho da Vida carrega em seu DNA uma abordagem espírita. A protagonista, Cris, vive uma sensação de dèjá vu ao chegar em Rosa Branca, cidade fictícia de Minas Gerais. Aos poucos, ela descobre, na verdade, que foi a jovem Julia Castelo, vítima de um crime passional no passado. Por isso, o folhetim se passa em dois tempos simultaneamente: 2018 e 1930.

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