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Diretor demitido de Bohemian Rhapsody pode faturar US$ 40 milhões com sucesso do longa

Bryan Singer publicou foto em uma rede social agradecendo pelo Globo de Ouro de Bohemian Rhapsody (Reprodução)

Bryan Singer publicou foto em uma rede social agradecendo pelo Globo de Ouro de Bohemian Rhapsody (Reprodução)

Bohemian Rhapsody foi um dos maiores sucessos dos cinemas em 2018. Além do sucesso de público, ele venceu prêmios como o Globo de Ouro e foi indicado ao Oscar 2019.

O diretor Bryan Singer foi demitido da produção ainda no período das gravações. Seu contrato com a 20th Century Fox, no entanto, ainda pode render muito dinheiro ao profissional.

O The Hollywood Reporter afirma que os valores podem ultrapassar a marca de US$ 40 milhões. Isso porque o longa é um fenômeno em bilheteria e já rendeu mais de US$ 800 milhões pelo mundo.

Bohemian Rhapsody foi uma das grandes surpresas da cerimônia do Globo de Ouro 2019, transmitida no início de janeiro. A produção levou as estatuetas de melhor filme dramático e melhor ator, por Rami Malek.

Na ocasião, Bryan Singer decidiu usar suas redes sociais para comemorar a vitória do longa. Ele publicou em seu perfil oficial no Instagram uma foto de um momento das gravações. Na legenda, ele foi curto e apenas agradeceu. “Que honra. Obrigado, Hollywood Foreign Press”, disse.

Os produtores e o elenco de Bohemian Rhapsody evitaram citar o nome de Bryan enquanto faziam os agradecimentos no palco. O nome do diretor não chegou a ser citado por nenhum dos envolvidos, embora ele tenha sido creditado no filme.

O longa conta a trajetória de Freddie Mercury e da banda Queen desde o começo até a apresentação histórica no Live Aid, 1985. Além de Malek, também estão no elenco Ben Hardy, Gwilym Lee e Joseph Mazzello.

A explicação de Bryan na época foi de que ele precisou deixar o projeto para cuidar de um de seus pais, que estava doente. A versão, no entanto, foi desmentida por várias reportagens. Na realidade, seus atrasos para chegar ao set e desentendimentos com Rami Malek seriam os responsáveis. O escolhido para substituí-lo foi Dexter Fletcher, de Voando Alto.

Processo por estupro

Seus problemas durante as gravações de Bohemian Rhapsody não foram as únicas polêmicas que envolveram o nome de Bryan Singer.

Alguns dias depois da confirmação de seu afastamento, um novo escândalo estampou as capas dos sites especializados. Singer foi processado pelo estupro de um rapaz de apenas 17 anos. O caso teria ocorrido em 2003, durante uma festa. Ele nega.

O diretor também chegou a ser acusado por outros escândalos sexuais. Nos anos 90, ele foi denunciado porque teria exigido que jovens atores ficassem sem roupa durante testes para o filme O Aprendiz.

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