Daniela Mercury, Deborah Secco e mais: as famosas que são contra Bolsonaro - Portal Overtube Daniela Mercury, Deborah Secco e mais: as famosas que são contra Bolsonaro - Portal Overtube

Daniela Mercury, Deborah Secco e mais: as famosas que são contra Bolsonaro

Famosas se unem contra Bolsonaro e participam da campanha #EleNão

Famosas se unem contra Bolsonaro e participam da campanha #EleNão

A campanha #EleNão, mobilizada por mulheres anônimas no Facebook contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, invadiu outras redes sociais e conquistou as famosas na internet. Artistas como Daniela Mercury e Deborah Secco, que está no ar como Karola em Segundo Sol, se uniram contra a invasão de hackers ao grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro” e publicaram mensagens apoiando o movimento.

Uma delas, como o próprio Portal Overtube já noticiou, foi Alice Wegmann. A atriz publicou um enorme texto acompanhado de uma foto de Jair Bolsonaro criticando as propostas e ideias do candidato. Sem falar das baianas Daniela Mercury e Alinne Dias, influentes na luta LGBT, que usaram as redes sociais para apoiar o movimento.

Além delas, as atrizes Deborah Secco, Fernanda Paes Leme e Débora Falabella se uniram às colegas para se posicionarem contra Bolsonaro.

Nas redes sociais, a hashtag #EleNão ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter no fim de semana. A campanha viralizou após o grupo, no Facebook, “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro” chegar a quase 1 milhão de membros. Contudo, a repercussão tomou maiores proporções depois da invasão de hackers.

Todo esse movimento ocorre devido às declarações e atitudes polêmicas do deputado ao longo de sua vida pública. Bolsonaro é réu em processo no STF (Supremo Tribunal Federal) por injúria e incitação ao estupro após dizer a deputada Maria do Rosário (PT-RS) que ela “não merecia ser estuprada”. Além disso, o militar já defendeu que as mulheres não devem receber o mesmo salário que os homens. “Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a 5ª eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”, declarou, em uma das ocasiões.

Eduardo Bolsonaro, filho do candidato, tentou desmoralizar o grupo, dizendo que o mesmo foi vendido e a esquerda “apenas mudou o nome”. No entanto, o próprio Facebook desmentiu a versão e confirmou a data de criação e informou que ele não teve o nome alterado até o momento que foi hackeado.

Veja as principais publicações:

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#elenão ELE NÃO!

Uma publicação compartilhada por Alinne Rosa (@alinne) em

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