Depois de chamar coronavírus de "gripezinha", Roberto Justus faz quarentena - Portal Overtube Depois de chamar coronavírus de "gripezinha", Roberto Justus faz quarentena - Portal Overtube

Depois de chamar coronavírus de “gripezinha”, Roberto Justus faz quarentena

O apresentador Roberto Justus (Reprodução)

O apresentador Roberto Justus (Reprodução)

O empresário e apresentador Roberto Justus se viu envolvido em uma grande polêmica no final de março. Caiu nas redes sociais um áudio enviado por ele para Marcos Mion, em que ele criticava o isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus.

Na opinião de Justus, o país deveria estar funcionando normalmente e a população deveria pegar o vírus de uma vez para que o corpo produza anticorpos naturalmente. O que mais chamou a atenção dos internautas na história é que Roberto tem 64 anos, o que o torna do grupo de risco.

Depois de todo o burburinho, o empresário chamou a atenção neste domingo (5) em uma publicação em sua conta oficial no Instagram. No clique em questão, ele aparece ao lado da esposa, Ana Paula Siebert, que está grávida de 8 meses.

“Se é que tem um lado bom em toda essa crise, é estar juntinho de quem amamos torcendo para tudo isso terminar logo”, afirmou ele, que aproveitou a legenda para usar as hashtags “quarentena” e domingão”.

O polêmico áudio

No áudio para Mion, Roberto Justus ironizava e dizia que apenas no Brasil um milhão de pessoas morreriam. “Quando você faz um argumento desses não dá nem pra discutir. É uma desinformação tão grande. Sem querer te ofender, pelo amor de Deus, respeito seus pensamentos, mas você está totalmente errado”, afirmou.

“Quem entende um pouco de estatística, que parece que não é teu caso, vai perceber que é irrisório. Dos que morrem, mesmo dos velhinhos, só 10 a 15% morre. Se pegarmos o vírus, o que seria bom, a gente pegaria anticorpos e ele já morreria de uma vez”, continuou o apresentador.

Os problemas econômicos também foram pauta. “Vai custar muito caro. Você está preocupado com os pobres? Você vai ver a vida devastada da humanidade na hora do colapso econômico, da recessão mundial, dos pobres não ter o que comer, das empresas fecharem, do desemprego em massa, não dá pra comparar com um vírusinho, que é uma gripezinha leve para 90% das pessoas”.

Top