Bruna Marquezine bate boca com seguidor após desabafo sobre caso do menino João Pedro - Portal Overtube Bruna Marquezine bate boca com seguidor após desabafo sobre caso do menino João Pedro - Portal Overtube

Bruna Marquezine bate boca com seguidor após desabafo sobre caso do menino João Pedro

A atriz Bruna Marquezine (Reprodução)

A atriz Bruna Marquezine (Reprodução)

A atriz Bruna Marquezine foi mais uma artista a se pronunciar após o triste caso do garoto João Pedro Mattos Pinto. O adolescente de apenas 14 anos de idade foi baleado e morto durante uma operação da polícia em uma comunidade do Rio de Janeiro, causando comoção nacional.

Em sua conta no Instagram, a artista publicou uma nota de Neilton Pinto, pai de João Pedro. “Quero dizer, senhor governador, que a sua polícia não matou só um jovem de 14 anos com um sonho e projetos, a sua polícia matou uma família completa, matou um pai, matou uma mãe, matou uma irmã e principalmente o João Pedro. Foi isso que a sua polícia fez com a minha vida”, diz a nota.

Depois de publicar um longe texto repudiando o ocorrido, Bruna Marquezine foi alvo de um de seus seguidores. “Nunca vi você subindo um morro no Rio ou indo fazer uma doação milionária de cestas básicas no Cantagalo, na Rocinha… No Borel… Enfim não posso julgar muito porque somos brancos privilegiados, mas não entendo porque você posta tanto sobre isso e nunca vi você subindo uma favela pra ajudar de fato a galera… Enfim…”, disparou.

Bruna bate boca com seguidor

Como costuma fazer, a ex-namorada de Neymar não se calou e discutiu com o internauta. “Porque eu não sabia que eu precisava registrar ou mostrar os comprovantes para você”, alfinetou a atriz.

O usuário seguiu com a discussão. “Concordo plenamente, só discordo da perte ‘a polícia éd do governador’. A mesma polícia que protege seu condomínio fechado, a mesma que atirou também! Você precisa dela, a culpe é do despreparo do policial, o governador mandou matar bandidos, não crianças”, opinou.

Dando um fim ao bate-boca, Bruna Marquezine não concordou com o que foi dito e afirmou que a segurança de seu condomínio é feita por uma empresa terceirizada de segurança, e não pela polícia. Veja a publicação original:

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"Quero dizer, senhor governador, que a sua polícia não matou só um jovem de 14 anos com um sonho e projetos, a sua polícia matou uma família completa, matou um pai, matou uma mãe, matou uma irmã e principalmente o João Pedro. Foi isso que a sua polícia fez com a minha vida" – Neilton Pinto (Pai do João Pedro) ・・・ #Repost @djamilaribeiro1 ・・・ Fiquem em casa, dizem. Pois João Pedro Mattos estava em casa, brincando com seus primos, quando seu corpo foi mutilado com as balas perdidas que só encontram corpos negros. Domingo, estava assistindo a um telejornal, numa matéria em que falava sobre essa Operação que subia uma comunidade e matou várias pessoas no Complexo do Alemão, como se fosse a coisa mais normal do mundo. É normalizado, não deve ser normal.Cenas do Caveirão do Bope, veículo conhecido do Tropa de Elite, filme que ainda é exibido semanalmente, apesar de glorificar tortura, corporação e máquina de guerra genocidas para depois a matéria cortar para uma pessoa da polícia, penso que o delegado, dizer que era para a população ficar tranquila, pois não havia morrido nenhum "inocente". Historicamente ninguém dessas comunidades é ouvido em matérias como essa e, dessa vez, o formato se repetiu. Mais um discurso de supremacia branca produzido com sucesso na televisão, um discurso que produz mortes. João Pedro Mattos foi uma delas, juntando-se a Amarildo, Claudia, Ágatha e outras milhões de pessoas. Alvejado, e sob o risco de atrapalhar a sinfonia assassina entre polícia, governo e mídia, seu corpo foi subitamente colocado em um helicóptero, sem ninguém de sua família, que ficou dezesseis horas sem saber seu paradeiro! 16 horas! Tempos depois, após uma campanha na internet, descobriu que o corpo do menino estava no IML. O horror… o horror… Vale dizer, o governador do Rio de Janeiro foi eleito sob a promessa de uma política genocida, mais ainda da que já era praticada. Disse que sob seu comando a polícia ia mirar e “atirar na cabecinha”. Enojante, tudo muito revoltante. Existe uma guerra contra a população negra desse país. João Pedro, presente! . . Ps: prefiro não expor a foto do menino

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