Morre ex-cantora das Frenéticas e atriz Edyr de Castro Morre ex-cantora das Frenéticas e atriz Edyr de Castro
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Morre, aos 72 anos, a ex-cantora das Frenéticas e atriz Edyr de Castro

Edyr de Castro esteve em várias produções da Globo (Reprodução)

Edyr de Castro esteve em várias produções da Globo (Reprodução)

Conhecida por fazer parte do grupo As Frenéticas e atuar em novelas da Globo, a artista Edyr de Castro faleceu na manhã desta terça-feira (15).

De acordo com informações divulgadas pelo site Notícias da TV, ela lutava contra o Alzheimer desde 2011. A causa de sua morte foi uma falência múltipla de órgãos.

Carreira

Seu primeiro nome artístico foi Edyr Duque, no início da carreira, que foi inciada no teatro. Ela esteve na montagem do polêmico musical Hair, no fim dos anos 1960.

Algum tempo depois, foi convidada por Nelson Motta e foi uma das integrantes do grupo As Frenéticas. Também faziam parte Sandra Pêra, Regina Chaves, Leiloca Neves, Dhu Moraes e Lidoka Martuscelli (1950-2016).

O conjunto conseguiu fazer um enorme sucesso, principalmente depois de se tornar tema de duas novelas de grande repercussão. Elas cantavam a abertura de Dancin’ Days, de 1978, e Feijão Maravilha, que foi ao ar em 1979. Ambas pela Globo.

Com o fim do grupo, em 1984, Edyr passou a atuar em obras da televisão. Estreou a minissérie Tenda dos Milagres. Além disso, esteve em Roque Santeiro, uma das novelas de maior audiência da história da televisão brasileira. Em 1986, viveu a personagem Doroteia em Cambalacho, também na Globo.

Além dos papeis, ela ainda atuou em outras grandes produções da emissora carioca. Participou das novelas Por Amor (1997), Agora É que São Elas (2003), Cabocla (2004) e Sinhá Moça (2006). Seu nome também foi creditado nas minisséries Anos Rebeldes (1992) e Chiquinha Gonzaga (1999).

Terminou sua carreira na televisão atuando em duas novelas da Record. Amor e Intrigas, de 2007, e Poder Paralelo, de 2009.

O Alzheimer

Os últimos anos de vida de Edyr de Castro foram vividos no Retiro dos Artistas. Por lá ela viveu por oito anos, depois que descobriu o Alzheimer.

Ela conversou com o jornal Extra em 2015, já com problemas na fala, quando contou que não deixava a doença tirar a sua alegria. “Sou feliz aqui, estou em paz comigo mesma”, revelou na ocasião.

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