Pastora do Rio se joga da ponte e evangélicos alertam: “Não é falta de Deus”

Pastora

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Na última semana, o suicídio da pastora Maria Helena, do Rio de Janeiro, levantou uma forte discussão no meio evangélico sobre a depressão. Residente da Vila Kenedy, a missionária se jogou da Ponte Madureira, próximo à Rodoviária Novo Rio.

De acordo com amigos próximos, Maria Helena era conhecida por ajudar o próximo, mas não conseguia lidar com os seus próprios problemas. Enquanto ela ameaçava se jogar, cristãos chegaram a fazer uma roda de oração. Contudo, quando ela notou a proximidade de um bombeiro se jogou.

O momento, segundo o Portal do Trono, chegou ser transmitido ao vivo nas redes sociais e está viralizando no mundo todo.

Este é mais um caso entre outros que têm ocorrido no meio evangélico. Em abril, um filho de pastor, em Manaus, conhecido como Cesinha, cometeu suicídio. Ele frequentava a Igreja Comunidade Evangélica Visão Apostólica. 

“Meu filho… O que dizer de alguém como você meu amor? Você foi o fruto do nosso amor, meu primogênito. Tão lindo, tão na sua… A mamãe amava ouvir “nossa ele é a tua cara”, isso me deixava tão feliz, filho. Seu sorriso meu filho vai me fazer tanta falta, o seu carinho todo constrangido com a mãe, só Deus sabe o quanto dói. Mas saiba filho, que você sempre será o nosso orgulho pelo filho maravilhoso que fostes em nossa vida. Creia que não importa o que digam, eu irei te reencontrar na Glória. Para sempre meu filho amado César Henrique. Meu Crush. Meu bebê”, desabafou a mãe.

Os casos de suicídio têm feito evangélicas enxergarem a depressão de uma outra forma. “Não é falta de Deus, é doença”, exclamam alguns cristãos. “Precisamos falar sobre depressão nas igrejas”, disse outro.

Centro de Valorização da Vida

Centro de Valorização da Vida (CVV) funciona 24 horas para dar apoio emocional e prevenir o suicídio. Para ter acesso ao serviço, basta ligar gratuitamente para 188 ou acessar o site da instituição.

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