Ana Maria Braga faz piada com repórter por medo de rolinha: “Um homem desse tamanho”

Ana Maria Braga fez piada com repórter do Mais Você (Imagem: Reprodução/Globo)

Ana Maria Braga fez piada com repórter do Mais Você (Imagem: Reprodução/Globo)

A apresentadora Ana Maria Braga divertiu os telespectadores do Mais Você na manhã desta terça-feira (24). Tudo aconteceu durante um link ao vivo com o repórter Fabrício Battaglini, que falava com a loira diretamente da cidade de Divinópolis (MG).

Em certo momento da reportagem, ele se surpreendeu ao dar de cara com uma rolinha. Sem saber o que fazer, ele mostrou o pássaro na frente de uma janela. “Peraí que entrou um passarinho aqui. Está aqui atrás”, disse ele, sem jeito.

“Meu Deus do céu, pega ele. É uma pombinha. Pega por trás, segura as asinhas deles com as duas mãos, para não machucar”, disse Ana Maria. “Agora, deixando a brincadeira de lado, eu nunca fiz isso. Ele entrou por algum lugar”, explicou Fabrício.

Na sequência, a apresentadora começou a fazer piada com o colega. “Mas vai fazer agora, não interessa por onde ele entrou, vai lá e pega o passarinho. Um homem desse tamanho”, disse ela, sem paciência, mas se divertindo com o momento.

“E aí, faço o quê? Jogo lá fora? E se não voar?”, perguntou o repórter. “Ele vai voar. A função dele é essa: voar”, disparou a loira. No fim das contas, o repórter deixou a rolinha numa sacada do lado de fora do cômodo e, mais tarde, afirmou que ela voou.

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Ana Maria Braga parou o Mais Você

Na semana passada, Ana Maria Braga precisou parar o Mais Você. Tudo aconteceu durante o quadro Jogo de Panelas, quando, durante um jantar, um dos participantes apareceu usando blackface.

“O Anderrupson estava super legal, mas mais uma vez ele traz a ingenuidade. Ele faz a pintura. Não precisa se pintar de negro, a gente não brinca de ser negro, temos toda uma história, e é sofrido. Não se pinte para ser negro”, disse Felipe, que também participava do reality.

A apresentadora, então, interrompeu o programa para que a professora Rosane Borges explicasse por que a prática é considerada racista. “Surgiu no século 19 nos Estados Unidos como um recurso muito utilizado pela aristocracia escravagista”, disse.

“Ela fazia da técnica uma forma de estereotipar e negar a humanidade das pessoas negras. No século 20, ele adentra o cinema, o Carnaval –até do Brasil. Até o início do século 20, foi um recurso muito utilizado”, explica a professora.

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