Homem invade link ao vivo para gritar "Globo lixo" e leva bronca de repórter - Portal Overtube Homem invade link ao vivo para gritar "Globo lixo" e leva bronca de repórter - Portal Overtube

Homem invade link ao vivo para gritar “Globo lixo” e leva bronca de repórter

A logo da GloboNews (Reprodução)

A logo da GloboNews (Reprodução)

Mais um episódio de ataque à imprensa aconteceu durante uma exibição ao vivo da GloboNews na tarde deste domingo, dia 14 de março. Dessa vez, a repórter Elisabete Pacheco foi a jornalista a ter seu trabalho interrompido.

Tudo aconteceu enquanto Elisabete fazia uma participação no Edição das 15. Ela conversava com a âncora Lilian Ribeiro a respeito do aumento no número de casos do novo coronavírus em São Paulo quando um ciclista começou a gritar “Globo lixo”.

Antes mesmo de Elisabete começar a falar, o homem fez seu primeiro grito, que pode ser ouvido pelos telespectadores. Depois de três tentativas de passar suas informações, a repórter se revoltou e acabou respondendo ao homem.

“Só um minuto. Você vai xingar novamente? Essa pessoa está passando insistentemente aqui. Desculpa, Lilian, ter que interromper as informações tão essenciais neste momento para tentar inibir essa pessoa”.

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Desabafo e pedido de desculpas

Na sequência, Elisabete Pacheco segue se desculpando e reclamou de ter seu trabalho interrompido. “Você me perdoe pela minha atitude, mas eu tive que ir até ele, porque eu vi que ele passou três vezes para interromper o nosso trabalho”, afirmou.

Questionada por Lilian se gostaria de retornar em outro momento, a jornalista afirmou que seguiria com a reportagem. “As pessoas querem se manifestar, né? As vezes se manifestam de uma maneira exagerada com quem tá trabalhando, informando a população nesse momento tão difícil, onde tantas pessoas morrem e a gente está em uma semana tão cruel, não só para o estado de São Paulo, mas para o país todo”, disse.

“Nessa semana mesmo, falando da letalidade, a gente registrou a maior marca de óbitos em 24 horas: foram 521 pessoas que perderam a vida de um dia para o outro. É como se uma pessoa morresse por Covid-19 a cada três minutos no estado de São Paulo”, desabafou Elisabete.

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