Quem é Fabian Londero, um dos apresentadores do especial de 50 anos do Jornal Nacional - Portal Overtube Quem é Fabian Londero, um dos apresentadores do especial de 50 anos do Jornal Nacional - Portal Overtube

Quem é Fabian Londero, um dos apresentadores do especial de 50 anos do Jornal Nacional

Fabian Londero é um dos apresentadores do especial de 50 anos do Jornal Nacional (Reprodução)

Fabian Londero é um dos apresentadores do especial de 50 anos do Jornal Nacional (Reprodução)

Globo está comemorando o aniversário do Jornal Nacional. O telejornal mais importante do país completou 50 anos no primeiro dia de setembro e a emissora carioca preparou uma série de especiais para que a data não passasse em branco.

A primeira das novidades anunciadas foi um rodízio na bancada mais famosa do Brasil. Durante as próximas edições exibidas aos sábados, os apresentadores serão jornalistas vindos de todos os estados do país, além do Distrito Federal.

Assumem a bancada no próximo dia 5 de outubro os jornalistas Fabian Londero, de Santa Catarina, e Aline Ferreira, do estado do Amapá. Para quem não conhece o apresentador, fizemos um pequeno resumo sobre o profissional.

Fabian nasceu na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Ele trabalha na Globo há 24 anos, tendo começado a trabalhar como repórter na antiga RBS de Santa Catarina. Hoje, a afiliada da emissora carioca se chama NSC.

Ele passou a ser editor e apresentador do telejornal local da noite. O jornalista completou há pouco 20 anos como âncora do NSC Notícias e oito como editor-chefe da atração.

Durante uma entrevista ao Diário de Santa Maria, ele falou sobre os trabalhos mais marcantes da carreira. “Fiz uma bela matéria sobre a esquadrilha da fumaça, com muita pesquisa e apoio inclusive da sede da esquadrilha em Pirassununga. Contei uma história que poucos moradores de Florianópolis conheciam”, diz.

“Mas sem dúvida os mais marcantes foram a cobertura do furacão Catarina em 2004 que atingiu o sul de Santa Catarina. Fiquei de plantão por 36 horas na TV e corríamos o risco de ter que avisar a população de Florianópolis para evacuar a cidade, caso o furacão não mudasse de rumo. E a segunda foi a tragédia da Chapecoense. Muito dura pra gente, perdemos o time, mas também perdemos colegas queridos da redação. Foi realmente muito muito difícil, até hoje é uma ferida ainda aberta, concluiu.

Top