Ratinho é condenado e deverá pagar indenização de R$ 150 mil a família por reportagem - Portal Overtube Ratinho é condenado e deverá pagar indenização de R$ 150 mil a família por reportagem - Portal Overtube

Ratinho é condenado e deverá pagar indenização de R$ 150 mil a família por reportagem

Ratinho em seu programa no SBT (Reprodução)

Ratinho em seu programa no SBT (Reprodução)

O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, está no centro de uma nova polêmica. Ele foi condenado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar uma indenização de nada menos que R$ 150 mil a uma família de São Paulo.

A informação foi divulgada pelo portal UOL, que revelou que o STJ manteve a condenação. O processo explica que a ação acontece por conta de uma equipe de reportagem do Programa do Ratinho que entrou sem autorização na residência da família em questão.

De acordo com a publicação, a “invasão” aconteceu por volta das 22h. O intuito seria para confrontar o pai da família a respeito da venda de uma rifa. Quando entrou, a equipe da atração flagrou a filha do casal, de 14 anos, seu namorado e uma criança de 2 anos.

Naquele momento, a reportagem decidiu entrevistar a garota, que usava roupas de dormir, e, segundo afirma o processo, usava “palavras ofensivas”. Na sequência, Ratinho ainda sugeriu que o repórter perguntasse a idade da adolescente. Com a resposta, pediu que as câmeras fossem cortadas.

Ratinho se defende

A reportagem revela que a família decidiu processar Ratinho afirmando que foram expostos “de forma vexatória e sensacionalista” no programa, que é exibido pelo SBT. Por sua vez, o apresentador se defendeu.

Carlos Massa afirmou que “não era responsável pela pauta, produção, filmagem, edição ou escolha das reportagens exibidas em seu programa, nem pela condução da plateia e, muito menos, pelos jornalistas contratados para trabalhar nessas matérias”, jogando a responsabilidade para o canal de Silvio Santos.

Isabel Gallotti, ministra relatora do caso, negou provimento ao recurso de Ratinho. “No presente caso, o valor de R$ 150 mil arbitrado pelo julgado estadual mostra-se dentro dos padrões da razoabilidade e proporcionalidade, não se justificando a intervenção desta Corte Superior”, disse ela.

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