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Andressa Urach desabafa sobre prostituição: “Hoje eu tenho nojo”

Andressa Urach (Divulgação)

Andressa Urach (Divulgação)

Andressa Urach decidiu, mais uma vez, falar sobre seu passado como garota de programa. Atualmente evangélica, a ex-vice Miss Bumbum vai apresentar o programa Diário de Uma Ex-Garota de programa em uma plataforma online evangélica.

Em uma entrevista exclusiva com a revista Quem, Andressa revelou que vai conversar com mulheres que deixaram a prostituição. Sua intenção é tentar ajudar outras pessoas que ainda estejam vivendo nessa situação que, nesse momento, ela não concorda.

Para Urach, a prostituição é como uma areia movediça. “Você vai se afundando e não consegue sair, acha que não vai ser capaz de fazer outra coisa, vai se matando… Muitas garotas de programa têm depressão e pensamentos suicidas, são desprezadas pela sociedade, desacreditadas pela família e até por elas mesmas. Só quem vive dentro da prostituição consegue entender o fundo do poço que a gente chega. Mutilamos a própria alma”, diz.

A ideia é “transformar” a vida dessas mulheres. “Algumas já têm marido e família, respeitam valores, suas vidas, seus corpos. Hoje elas têm paz! Nosso objetivo com esse programa é mostrar para as mulheres que ainda estão na prostituição que existe uma saída”.

Andressa defendia a prostituição

“Infelizmente, a prostituição, direta ou indireta, é muito comum entre musas de carnaval, modelos e celebridades. Muitas se vendem por bolsas, sapatos, vida boa… Mantêm relacionamento por interesse, não só pelo dinheiro”, afirma a ex-participante do programa A Fazenda.

Dando sua experiência como exemplo, ela diz que o mundo dos famosos não é o que parece. “Eu vivi isso e posso afirmar com propriedade que a rede social do mundo das celebridades é uma grande mentira. Elas vivem uma felicidade ilusória. Ainda mais com o dinheiro sujo que vem com a prostituição”.

Por fim, Andressa Urach diz que defendia a prostituição. “Quando trabalhei em um bordel aqui no Rio Grande do Sul, também pensava que era importante legalizar a prostituição porque via isso como trabalho. Não posso e não vou nunca julgar o pensamento de qualquer pessoa”, diz.

“Todos somos livres para termos nossas opiniões, mas hoje penso diferente. Não vejo a prostituição como algo bom. Algumas meninas afirmam que são felizes. Na verdade, elas não são. Eu vivi essa realidade e mentira e dizia isso também. Mas meus pensamentos mudaram. Hoje eu tenho nojo da prostituição”, conclui Andressa.

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