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Canal Viva exibirá a novela Alma Gêmea no ano que vem

Alma Gêmea será reprisada pelo Canal Viva (Imagem: Reprodução/TV Globo)

Alma Gêmea será reprisada pelo Canal Viva (Imagem: Reprodução/TV Globo)

Um dos maiores sucessos da história da Globo vai ganhar uma reprise no Canal Viva no ano que vem. Se trata de Alma Gêmea, folhetim escrito pelo autor Walcyr Carrasco e que foi ao ar na faixa das seis da emissora carioca.

A informação da reapresentação foi adiantada pela colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, que revela que a trama foi escolhida para a faixa das 23h. Atualmente, o horário é ocupado com sucesso por Mulheres Apaixonadas, de Manoel Carlos.

A novela estrelada por Christiane Torloni está no ar desde agosto e a previsão de término é para abril de 2021. Será quando Da Cor do Pecado, de João Emanuel Carneiro, ganhará sua terceira reprise, a primeira no canal da TV paga.

Só em novembro, quando a saga de Preta (Taís Araújo) chegar ao fim, o público poderá rever os 227 capítulos de Alma Gêmea, que é uma trama bastante longa e foi exibida na Globo entre os anos de 2005 e 2006.

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Conheça a história de Alma Gêmea

Alma Gêmea conta a história do amor eterno de um homem e uma mulher tragicamente separados e que, cerca de 20 anos depois, voltam a se encontrar quando ela reencarna em um novo corpo. Além do tema central, a trama tem tons de comédia neorrealista italiana na abordagem dos conflitos familiares, e também enfoca o resgate de valores, as relações afetivas e o misticismo.

A novela está dividida em duas fases. No início da década de 1920, o botânico Rafael (Eduardo Moscovis) e a bailarina Luna (Liliana Castro) apaixonam-se à primeira vista e, em pouco tempo, casam-se e têm um filho. Esse amor é invejado pela amargurada Cristina (Flávia Alessandra), a governanta do casal, que se acha injustiçada porque sua prima Luna, além de rica e casada com Rafael, a quem sempre desejou, também herda as joias da avó, Adelaide (Walderez de Barros). O amor de Rafael por Luna é tão grande que ele cria uma rosa branca em sua homenagem, à qual dá o nome da esposa.

Revoltada com a felicidade da prima, Cristina arma uma trama com seu admirador Guto (Alexandre Barillari) para que ele roube as joias, usadas por Luna no dia de sua primeira apresentação como bailarina principal no Teatro Municipal de São Paulo. À saída do espetáculo, Rafael e Luna são surpreendidos por dois bandidos, e o botânico reage ao assalto, sendo salvo pela esposa, que se coloca a sua frente e leva o tiro disparado pela arma de Guto, um dos assaltantes. Ela é levada para o hospital, mas não resiste ao ferimento.

No instante em que Rafael se desespera com a morte confirmada de Luna, em um distante casebre a índia Jacira (Luciana Rigueira) dá à luz uma menina, que ganha o nome de Serena. A criança é filha da índia com um garimpeiro e cresce na aldeia indígena seguindo os valores e costumes de sua tribo. Já uma moça feita, Serena (Priscila Fantin) às vezes vê uma rosa branca refletida nas águas de um lago e, em outros momentos, desenha casas grandes que não existem na região.

O mistério chama a atenção da professora da aldeia, Cleyde (Júlia Lemmertz), e do pajé (Francisco Carvalho), que explica à mestiça que ela tem um sonho e terá de buscá-lo. Serena é pedida em casamento pelo índio José Aristides (André Gonçalves), mas, após a morte da mãe e a invasão e destruição da aldeia por garimpeiros – sendo que um deles é seu pai –, ela parte atrás de seu sonho. Leva apenas uma trouxa, algum dinheiro dado por Cleyde e uma carta de recomendação, com o endereço de uma prima da professora que mora em São Paulo.

 

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