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Quem é Matheus Ribeiro, um dos apresentadores do especial de 50 anos do Jornal Nacional

O jornalista Matheus Ribeiro (Reprodução/TV Globo)

O jornalista Matheus Ribeiro (Reprodução/TV Globo)

Globo está comemorando o aniversário do Jornal Nacional. O telejornal mais importante do país completou 50 anos no primeiro dia de setembro e a emissora carioca preparou uma série de especiais para que a data não passasse em branco.

A primeira das novidades anunciadas foi um rodízio na bancada mais famosa do Brasil. Durante as próximas edições exibidas aos sábados, os apresentadores serão jornalistas vindos de todos os estados do país, além do Distrito Federal.

Assumem a bancada no próximo dia 9 de novembro os jornalistas Matheus Ribeiro, de Goiás, e Larissa Pereira, do estado da Paraíba. Para quem não conhece o apresentador, fizemos um pequeno resumo sobre o profissional.

Matheus é goiano e nasceu na cidade de Piracanjuba. Trabalhando na TV Anhanguera, que é a afiliada da Globo no estado de Goiás, ele está há mais de três anos na apresentação do Jornal Anhanguera 2ª Edição.

Matheus Ribeiro virou notícia

O jornalista virou notícia no início do mês passado. Cerca de um mês antes de estrear no JN, o profissional decidiu usar sua conta oficial no Instagram para assumir que está namorando. Ele mostrou uma foto em que aparece ao lado do policial militar Yuri Piazzarollo.

Na legenda, o jornalista usou um trecho do poema de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. “Já não sei andar só pelos caminhos, porque já não posso andar só”, diz o texto usado pelo profissional.

Matheus foi procurado pela revista Veja e falou a respeito. Questionado se assumir sua sexualidade não colocou em risco sua carreira na televisão, ele explicou que teve receio há tempos que fosse prejudicado quando a informação viesse a público.

“Felizmente, para minha grata surpresa, isso não ocorreu. A TV Anhanguera, onde trabalho, e a Globo têm uma mentalidade aberta para valorizar as competências, a despeito de qualquer outra característica”, comemorou.

Ribeirto afirmou, ainda, que a maior contribuição que pode trazer é mostrar seu trabalho sem se prender a essa questão pessoal. “Para combater a homofobia, não preciso ser hétero nem gay: preciso ser apenas humano”, concluiu.

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